UNSR Victoria Tauli-Corpuz

12
Apr
2016
El asesinato de Berta Cáceres: expertos de la ONU reiteran su llamado a Honduras para que ponga fin a la impunidad Imprimir

justiceberthaGINEBRA (11 de abril 2016) – Más de mes después del asesinato de Berta Cáceres, expertos de las Naciones Unidas* reiteraron su llamado al Gobierno de Honduras para que se haga justicia y se esclarezca el asesinato de la defensora de los derechos humanos, y para que se garantice la seguridad y protección de todos los defensores del medio ambiente y de los derechos humanos en el país.

Berta Cáceres, fundadora del Consejo Cívico de Organizaciones Populares e Indígenas de Honduras (COPINH), fue asesinada a balazos el 3 de marzo de 2016 pese a que la Comisión Interamericana de Derechos Humanos exigió que Honduras que la protegiera.

A pesar de repetidos actos de intimidación, incluidos atentados específicos por su condición de mujer, así como las detenciones y violencia sufridas en los últimos años, siguió defendiendo los derechos de la comunidad Lenca de Río Blanco, denunciando y oponiéndose a la explotación de los bienes naturales autóctonos, especialmente por el proyecto hidroeléctrico de 'Agua Zarca'.

"El asesinato de Berta Cáceres, que se cree está directamente vinculado con su trabajo y con el hecho de que era una mujer e indígena, ilustra tristemente una terrible reacción contra las defensoras de los derechos humanos y especialmente, contra las defensoras de los bienes naturales", afirmaron las y los expertos.

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06
Apr
2016
An urgent plea for governments to stem the murder of forest guardians Imprimir

berthacaceres

In early March, Indigenous Honduran activist Berta Caceres was gunned down in her own home in response to her protests against a dam that threatens to displace hundreds of her people. A few weeks later, another member of her community, Nelson Garcia, was murdered for the same reason.

Berta received the Goldman Environmental Prize in 2015 in recognition of her efforts, and was an inspiration to Indigenous Peoples around the world. During my official visit to Honduras last November, she facilitated my meeting with her people, who told me troubling stories of violence and intimidation in response to their protests.

Despite numerous death threats and emergency protection measures granted by the Inter-American Commission for Human Rights, the Honduran government failed to protect Berta, and continues to fail her community. Her family and her community remain in danger, and it is urgent that the government – who has thus far maintained that Berta's murder was a botched robbery – act immediately to protect her family and stem the flow of indigenous blood.

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21
Mar
2016
Ainda há muito a ser feito para respeitar os direitos dos povos indígenas no Brasil- diz perita da ONU Imprimir

brasilvicky2016

GENEBRA (21 de março de 2016)- A Relatora Especial das Nações Unidas sobre os direitos dos povos indígenas, Victoria Tauli-Corpuz, elogiou o Governo do Brasil pelas medidas e iniciativas que tem implementado para garantir os direitos dos povos indígenas, mas salientou que ainda há muito a ser feito para que esses direitos sejam plenamente respeitados.

"A busca de interesses econômicos de uma maneira que subordina ainda mais os direitos dos povos indígenas cria um risco potencial de efeitos etnocidas que não pode ser desconsiderado nem subestimado", advertiu a Sra. Tauli-Corpuz no final de uma visita oficial* de onze dias ao Brasil, onde ela viajou para Brasília e para os Estados de Mato Grosso do Sul, Bahia e Pará.

"No passado, o Brasil tinha uma liderança mundial no que se refere à demarcação dos territórios indígenas," disse a experta, lembrando que sua missão foi uma visita de seguimento à visita de 2008 feita por seu predecessor, James Anaya. "Entretanto, nos oito anos que se seguiram a esta visita, há uma ausência de avanços na solução de antigas questões de vital importância para os povos indígenas e para a implementação de suas recomendações."

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17
Mar
2016
Relatora da ONU expressa preocupação com os retrocessos na proteção dos direitos dos povos indígenas no Brasil Imprimir

brasildeclaracionfinal

A Relatora Especial da Organização das Nações Unidas sobre direitos dos povos indígenas Victoria Tauli-Corpuz apresentou, hoje (17/março), em Brasília, comunicado sobre a situação dos povos indígenas encerrando sua visita ao Brasil.

Na avaliação da relatora, apesar das disposições constitucionais exemplares assegurando os direitos dos povos indígenas, o Brasil, nos oito anos que se seguiram à visita de seu predecessor (James Anaya), não avançou na solução de antigas questões de vital importância para os povos indígenas e para a implementação das recomendações do Relator Especial.

Ao contrário, alerta Tauli-Corpuz, "houve retrocessos extremamente preocupantes na proteção dos direitos dos povos indígenas, uma tendência que continuará a se agravar caso não sejam tomadas medidas decisivas por parte do governo para revertê-la". Entre os retrocessos mencionados estão "a Proposta de Emenda à Constituição, PEC 215, e outras legislações que solapam os direitos dos povos indígenas a terras, territórios e recursos".

[ Portugues] Leia a Declaração de fim de missão aqui

[English] Read full End of Mission Statement, here

 
05
Mar
2016
Relatora Especial da ONU sobre direitos dos povos indígenas: visita de seguimento ao Brasil Imprimir

brazilA Relatora Especial das Nações Unidas sobre os direitos dos povos indígenas, Victoria Tauli-Corpuz, irá realizar uma visita ao Brasil entre 7 e 17 de março de 2016 para identificar e avaliar as principais questões que enfrentam os povos indígenas no país. Ela também fará um seguimento das principais recomendações feitas em 2008 pelo Relator Especial anterior.

“Enquanto a população indígena no Brasil é relativamente pequena, os desafios que ela enfrenta, no momento, são imensos”, disse a Sra. Tauli-Corpuz. “Espero que esta visita contribua em revelar algumas das preocupações e ajude na resolução de questões de longa data.”

“Avaliarei a implementação das recomendações feitas por meu predecessor, incluindo um seguimento sobre os estatutos e as propostas de emendas relativas aos povos indígenas, a demarcação e a proteção das terras indígenas, o impacto dos projetos de desenvolvimento de grande escala, bem como as atualizações relativas à saúde dos indígenas”, observou a experta.

A Sra. Tauli-Corpuz, que visita o Brasil a convite do Governo, vai viajar para Brasília e para os Estados do Mato Grosso do Sul, da Bahia e do Pará. Ela vai se reunir com o Governo e com funcionários da ONU, diversas organizações da sociedade civil e de direitos humanos, e outros atores não estatais, incluindo aqueles que trabalham sobre os direitos dos povos indígenas. Ela também vai visitar comunidades indígenas para ouvir diretamente delas quais são seus problemas e suas preocupações.

“Este é um momento oportuno e crucial não apenas para conversar com todos os atores e considerar os desafios atuais, mas também para identificar iniciativas positivas tomadas pelo Governo, a sociedade civil e os líderes indígenas,” disse a Sra. Tauli-Corpuz.

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04
Mar
2016
Relatora Especial ONU condena asesinato de Berta Cáceres en Honduras Imprimir

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GINEBRA (4 de marzo de 2016) – La Relatora Especial sobre los derechos de los pueblos indígenas, Victoria Tauli-Corpuz, condenó hoy enérgicamente el asesinato en Honduras de la defensora de los derechos humanos Berta Cáceres, fundadora del Consejo Cívico de Organizaciones Populares e Indígenas de Honduras (COPINH) y dirigente de la comunidad lenca de Río Blanco.

El asesinato de la Sra. Cáceres se produjo esta semana a pesar de las medidas cautelares otorgadas por la Comisión Interamericana de Derechos Humanos para su protección debido al aumento de las amenazas de muerte que había recibido durante varios años por su labor de denuncia de violaciones de los derechos humanos de los pueblos indígenas.

La Relatora Especial conoció a la Sra. Cáceres durante su primera visita oficial a Honduras en noviembre de 2015, cuando la dirigente indígena facilitó reuniones con la comunidad lenca. En Río Blanco, la experta recibió información sobre la oposición de la comunidad a la presa hidroeléctrica de Agua Zarca y sobre los asesinatos, hostigamiento y amenazas que han sufrido miembros de dicha comunidad.

"Es muy probable que su asesinato esté vinculado con su trabajo en defensa de los derechos humanos del pueblo indígena lenca", dijo la Sra. Tauli-Corpuz, señalando que la dirigente había recibido el Premio Goldman en 2015 en reconocimiento a su trabajo como activista medioambiental en contra de la construcción de la presa de Agua Zarca.

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03
Mar
2016
Flint: Fundamentally about human rights – UN experts underline Imprimir

acnudhGENEVA (3 March 2016) – Today, a group of United Nations human rights experts called on the United States to increase its efforts to address environmental threats to human rights.

Recent outrage over lead-contaminated water in the town of Flint, Michigan, has drawn international scrutiny to the toxic threats faced by children, particularly in poor, African-American, minority, and Native American communities, in the US.

The group of UN experts on hazardous wastes, health, water and sanitation, indigenous peoples, minorities, and racism described the issue as one of human rights, and urged the US to protect the rights of children and others who are most at-risk from pollution and toxic chemicals.

Their appeal comes as US presidential candidates are debating issues confronting Flint and other communities at risk this week in Michigan.

"We extend our deepest sympathies to the children of Flint and to the countless other victims of lead poisoning in the United States and around the world", the UN experts said. "Lead poisoning is preventable. No parent should have to endure the mental torment that will haunt parents in Flint, and no child should be denied the right to enjoy the highest attainable standard of physical and mental health."

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01
Mar
2016
Guatemala: Expertos de la ONU saludan sentencia a dos ex militares por crímenes de lesa humanidad Imprimir

acnudhGINEBRA (1° de marzo de 2016) – Un grupo de expertos en derechos humanos de Naciones Unidas* saludaron hoy las sentencias por crímenes de lesa humanidad emitidas por el Tribunal de Mayor Riesgo A de Guatemala en contra de dos ex militares.

En su decisión, el Tribunal estableció que la violencia sexual en contra de las mujeres q'eqchíes formó parte de un plan de control y dominación del Ejército de Guatemala, en el marco de la política de contrainsurgencia utilizada en el país en la década de los 80.

"Es un momento histórico. Se trata del primer caso a nivel nacional en Guatemala que aborda de forma central y reconoce como delito de lesa humanidad la violencia sexual cometida en contra de mujeres indígenas en el marco del conflicto armado interno", resaltaron.

El ex comandante Steelmer Reyes Girón y el ex comisionado militar Heriberto Valdez Asij fueron condenados la semana pasada a sentencias de 120 años y 240 años de prisión, respectivamente, por su responsabilidad en los delitos de lesa humanidad en su forma de violencia sexual y asesinato, en el caso de Reyes Girón, y en su forma de violencia sexual y desaparición forzada, en el caso de Valdez Asij.

El Tribunal señaló que los delitos fueron cometidos bajo una estrategia para eliminar a los hombres que buscaban la reivindicación de su derecho colectivo a las tierras indígenas y obligar a sus viudas a servir a los militares, incluso sexualmente. Las víctimas fueron sometidas a violencia sexual, esclavitud sexual, esclavitud laboral, así como a tratos crueles, inhumanos y degradantes. El Tribunal también reconoció el impacto sobre toda la comunidad de estos abusos cometidos contra las mujeres.

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24
Feb
2016
Derechos humanos, jurisdicción indígena y acceso a la justicia: Hacia el diálogo y respeto intercultural Imprimir

 

vtc-colombia

"La capacidad de los pueblos indígenas de poder continuar y fortalecer sus propios sistemas de administración de justicia es un componente integral de sus derechos al autogobierno, la libre determinación y al acceso a la justicia reconocidos en instrumentos internacionales adheridos por Colombia y la mayoría de los Estados latinoamericanos. Para poder implementar estos derechos y garantizar el acceso a la justicia para los pueblos indígenas, la existencia del diálogo y el entendimiento intercultural entre las autoridades indígenas y del Estado es fundamental. Este tipo de encuentro representa un esfuerzo importante y valioso para lograr tal fin."

"Derechos humanos, jurisdicción indígena y acceso a la justicia: Hacia el diálogo y respeto intercultural".
Presentación de Victoria Tauli-Corpuz, Relatora Especial de las Naciones Unidas sobre los derechos de los pueblos indígenas, en el "Encuentro internacional sobre técnicas de investigación en asuntos indígenas", Bogotá, Colombia, 24 de febrero de 2016.

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23
Feb
2016
Cómo fortalecer el acceso a la justicia y la protección frente a la violencia en el caso de las mujeres indígenas Imprimir

sepurzarco"El actual proceso del caso Sepur Zarco en Guatemala representa un momento histórico de importancia para subrayar la necesidad de garantizar el acceso a la justicia para las mujeres indígenas, que han sido uno de los sectores de la población más vulnerables tanto en Guatemala como en otros lugares del mundo."

"En este documento, presento observaciones sobre los estándares de derechos humanos relevantes en relación con los derechos de los pueblos indígenas, incluido su derecho al acceso a la justicia, sobre la necesidad de comprender las dimensiones culturales y colectivas de las violaciones de los derechos, sobre la violencia racista, sexual y de género contra las mujeres indigenas, y plantearé algunas recomendaciones sobre reparación y posibles reformas necesarias para enfrentar estas formas de violencia contra las mujeres indígenas."

Presentación de Victoria Tauli-Corpuz, Relatora Especial de las Naciones Unidas sobre los derechos de los pueblos indígenas para el Seminario sobre "Experiencias en litigio de los casos de violencia contra las mujeres y el acceso de las mujeres a la justicia en Centroámerica" - Guatemala, 22-26 de Febrero de 2016.

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17
Feb
2016
Intellectual Property, Genetic Resources and Associated Traditional Knowledge: Indigenous Perspectives Imprimir

Statement to the Intergovernmental Committee on Intellectual Property and Genetic Resources, Traditional Knowledge and Folklore. Twenty-Ninth Session, Geneva, February 15, 2016.

"Thank you very much for inviting me to this 29th session of the Intergovernmental Committee on Intellectual Property and Genetic Resources, Traditional Knowledge and Folklore."

"Misappropriation of the genetic resources and associated traditional knowledge of indigenous peoples continues unabated and indigenous peoples are put in the difficult situation of tracking and prosecuting cases of misappropriation of their knowledge. It is in this light that I urge WIPO Member States to speedily conclude the IGC negotiations and adopt a legally binding treaty that would provide effective protections for the rights of indigenous peoples and local communities over their genetic resources, traditional knowledge and traditional cultural expressions.

As the independent expert of the UN Human Rights Council focusing on the rights of indigenous peoples, it is within my mandate to provide an analysis of how the human rights of indigenous peoples’ to their genetic resources, traditional knowledge, and related intellectual creations are being respected and protected."

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01
Feb
2016
Canada must address root causes of extreme violence and discrimination against indigenous women – Rights experts Imprimir

acnudhOTTAWA / GENEVA (1 February 2016) – Six experts* from the United Nations and the Inter-American human rights systems today urged the Government of Canada to fully address the root causes of the extreme violence and discrimination against indigenous women and girls in the country.

The human rights experts made their appeal at a key meeting in Ottawa with the three Canadian Ministers charged with designing the official national inquiry into the murder or disappearance of nearly 1,200 indigenous women and girls over the past three decades in Canada.

The inquiry must be participatory, addressing the root causes of the extreme violence and discrimination against indigenous women and girls in Canada,” the experts told the Ministers for Justice, Indigenous and Northern Affairs, and the Status of Women. “Furthermore, it should be based on a solid appreciation that the human rights violations that indigenous women experience require adequate, effective and clear responses.”

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18
Jan
2016
Relatora Especial ONU: "El acuerdo TPP será una seria amenaza para los derechos de los pueblos indígenas" Imprimir

vtaulicorpuz2016Implicancias del Acuerdo Estratégico Transpacífico de Asociación Económica (TPP) para los pueblos indígenas. Entrevista a la Relatora Especial ONU sobre los Derechos de los Pueblos Indígenas, Victoria Tauli-Corpuz, realizada por Alejandro Parellada Miembro del Grupo Internacional de Trabajo sobre Asuntos Indígenas (IWGIA).

A raíz de la actual negociación de uno de los principales acuerdos de libre comercio, el Acuerdo Estratégico Transpacífico de Asociación Económica (TPP, en inglés), ¿cuál es su opinión sobre el impacto de este tipo de acuerdo sobre los pueblos indígenas?

Muchos de los acuerdos internacionales de inversión y de los tratados de libre comercio son negociados sin tomar en cuenta los derechos humanos en general y sin ninguna participación de los pueblos indígenas. Así que éste es uno de los problemas principales que enfrentamos.

Uno de los principios centrales de estos acuerdos es que tienen una cláusula de no discriminación en cuanto a los inversores, que establece que no se puede discriminar entre un inversor local y uno internacional, lo que implica la liberalización de todas las leyes para otorgar mayores derechos a las compañías y, lamentablemente, en muchos casos minando los derechos de los pueblos indígenas.

En el caso específico del Acuerdo Transpacífico, no hubo información sobre el contenido de las negociaciones, y sólo hace muy poco que se empezó a conocer su contenido. Se trata de un acuerdo para la total liberalización de inversiones y que, entre otros temas, genera serias amenazas en el área de derechos de propiedad intelectual. Con el pretexto de crear nuevas fuentes de trabajo, me temo que con este acuerdo se debilitan los derechos humanos. Si bien todavía estamos en la fase de su ratificación, podría afirmar que este acuerdo será una seria amenaza para los derechos de los pueblos indígenas.

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17
Dec
2015
Finlandia. Nuevo proyecto de ley amenaza los derechos Sami a sus tierras tradicionales y medios de subsistencia Imprimir

vickytaulicorpuz2GINEBRA (17 de diciembre de 2015) - La Relatora Especial de las Naciones Unidas sobre los Derechos de los Pueblos Indígenas, Victoria Tauli-Corpuz, expresó su profunda preocupación por la falta de consulta y la reducción de protecciones al pueblo indígena Sami en el actual proyecto de ley sobre el Servicio Finlandés de Bosques y Parques (Metsähallitus) que regulará la gestión de las tierras de propiedad del Estado.

"El nuevo proyecto de ley presentado al Parlamento de Finlandia a principios de este mes ya no contiene valiosas salvaguardas para los derechos del pueblo sami a los medios de vida tradicionales, tierras, territorios y recursos, que se habían incluido en el proyecto anterior aprobado en 2014," advirtió la Sra Tauli-Corpuz.

"Espero que el proyecto de ley tendrá en cuenta que el Parlamento Sami  y el Skolt Sami Village Council han tenido pocas oportunidades para participar en este proceso, lo que es contrario al artículo 19 de la Declaración de los Derechos de los Pueblos Indígenas (*) que Finlandia ha respaldado ", señaló la Relatora Especial.

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10
Dec
2015
Press Conference: COP21 Human Rights and Climate Change Imprimir

 

Press briefing. Paris, France. 10 December 2015.
21st Conference of the Parties to the United Nations Framework Convention on Climate Change.

In this briefing, human rights experts will explain how the human rights framework can confront evolving threats, including those posed by climate change and will address continuing efforts to integrate human rights considerations in the Paris negotiations.

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09
Dec
2015
COP21 Expertos en Derechos Humanos de la ONU urgen un acuerdo basado en derechos Imprimir

unhrohc-logo

Conferencia de Prensa 10 de diciembre 2015 a las 10:00 am, Sala de prensa 2
21a Conferencia de las Partes Convención Marco de
Naciones Unidas sobre el Cambio Climático

COP21. Expertos en Derechos Humanos de la ONU urgen un acuerdo basado en derechos

Un día antes de que la comunidad internacional, se supone, deba llegar a un nuevo acuerdo jurídicamente vinculante para abordar el cambio climático, los expertos de derechos humanos de la ONU se han reunido en París para abogar por la integración de las consideraciones de derechos humanos.

No cabe duda de que el cambio climático tiene impactos directos e indirectos sobre una serie de derechos humanos, incluidos los derechos a la vida, la alimentación, el agua, la salud, la vivienda y el desarrollo. La comunidad de derechos humanos ha cabildeado duro para asegurar un acuerdo justo orientado explícitamente a respetar y proteger los derechos de todas las personas, en especial los más vulnerables, y asegurar un planeta sano para ésta y las futuras generaciones.

En este Día Internacional de los Derechos Humanos, los Estados tienen una oportunidad más para honrar su compromiso hecho hace 67 años en esta ciudad cuando adoptaron la Declaración Universal de Derechos Humanos. La Declaración, junto con los instrumentos que le siguieron,  forman el corazón de un marco jurídico internacional destinado a evitar que el costo humano de la Segunda Guerra nunca se repita, y para garantizar a todos una vida de dignidad humana.

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07
Dec
2015
Remoción de los Derechos de los Pueblos Indígenas en Acuerdo sobre el Clima coloca a los bosques en riesgo en Plan Climático Imprimir

vtaulicorpuzc op21

Por Victoria Tauli-Corpuz,Relatora Especial de la ONU
sobre los Derechos de los Pueblos Indígenas.
Declaración desde Paris, COP 21. 7 de Diciembre 2015

El resultado de un intenso debate en desarrollo durante las negociaciones en París determinará si el mundo tiene éxito en frenar el cambio climático que coloca a toda la humanidad en riesgo.

Agradezco la inclusión del párrafo preambular 10, que enfatiza "... la importancia de promover, proteger y respetar todos los derechos humanos, el derecho al desarrollo, el derecho a la salud, y los derechos de los pueblos indígenas, ... al adoptar medidas para hacer frente al cambio climático"  en el Anexo 1 del Borrador de Acuerdo de París.

También observo en el mismo documento la referencia a los derechos humanos en el Artículo 2.2. Este dice que el "El presente Acuerdo se aplicará sobre la base de la equidad y de la ciencia, y en conformidad con el principio de la equidad y de las responsabilidades comunes pero diferenciadas y las capacidades respectivas... y velando por el respeto de los derechos humanos ... " Sin embargo, lamento que haya sido retirado del texto previo la frase que dice ", incluyendo los derechos de los pueblos indígenas .... Creo firmemente que el tener una referencia a los derechos de los pueblos indígenas en esta sección es muy importante porque establece los principios básicos que deben guiar la realización de los fines del Acuerdo.

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01
Dec
2015
Nicaragua: Experta de la ONU exhorta a la calma ante la creciente situación de violencia en la Región Autónoma del Atlántico Norte Imprimir

acnudh

GINEBRA (1 de diciembre de 2015) – La Relatora Especial de Naciones Unidas sobre los derechos de los pueblos indígenas, Victoria Tauli-Corpuz, exhortó hoy a la calma a todas las partes involucradas en los enfrentamientos entre misquitos y colonos ocurridos durante los últimos meses en la Región Autónoma del Atlántico Norte (RAAN) de Nicaragua.

La creciente tensión en esta región ha generado diversos incidentes violentos, que han generado muertos, heridos y desplazados, además de daños a bienes comunitarios, como los sucesos ocurridos durante los últimos meses en el municipio de Waspán.

“Las raíces de esta tensión se encuentran en la falta de un proceso real y efectivo de saneamiento de los territorios indígenas”, señaló la Sra. Tauli-Corpuz, alentando a las autoridades nicaragüenses a “establecer de inmediato un mecanismo de diálogo con las comunidades para acordar una solución a largo plazo de la situación en la RAAN”.

“Pido al Gobierno que inicie el proceso de saneamiento territorial al que se comprometió públicamente el Presidente Daniel Ortega, priorizando los territorios en conflicto, para proceder al traslado de los colonos a sus lugares de origen o a su reubicación,” afirmó la Relatora Especial.

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12
Nov
2015
Experta de la ONU alerta sobre “la crítica situación de los pueblos indígenas en Honduras” Imprimir

Victoria Tauli-CorpuzTEGUCIGALPA / GINEBRA (12 Noviembre 2015) – La experta en derechos humanos de Naciones Unidas Victoria Tauli-Corpuz advirtió sobre la crítica situación a la que se enfrentan los pueblos indígenas de Honduras con respecto a sus derechos sobre sus territorios y recursos naturales, y su falta de acceso a la justicia, educación y salud. También expresó su preocupación sobre el ambiente generalizado de violencia e impunidad que sufren muchas comunidades indígenas.

"Un problema fundamental al que se enfrentan los pueblos indígenas es la falta de un pleno reconocimiento, protección y disfrute de sus derechos sobre sus tierras, territorios y recursos naturales ancestrales", dijo la Relatora Especial de la ONU sobre los derechos de los pueblos indígenas al finalizar su primera visita oficial [*] al país.

La experta señaló que, en todo el país, las comunidades indígenas reclaman el saneamiento de sus tierras colectivas para que se resuelva el problema de la presencia de terceros en las mismas y los conflictos que ello provoca.

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10
Nov
2015
Declaracíon final misión Honduras de la Relatora Especial de Naciones Unidas sobre los derechos de los pueblos indígenas Imprimir

Victoria Tauli-CorpuzTegucigalpa, 10 de Noviembre 2015. "Estoy concluyendo mi visita a Honduras en mi capacidad de Relatora Especial de las Naciones Unidas sobre los derechos de los pueblos indígenas. En estos nueve días, me he reunido con autoridades gubernamentales nacionales, departamentales y municipales, con pueblos indígenas, con organizaciones de la sociedad civil y representantes del sector privado, en diferentes lugares del país. He mantenido reuniones con representantes, comunidades y organizaciones de los pueblos indígenas Lenca, Maya Chortí, Nahua, Tolupán, Garífuna, Pech, Tawahka y Miskito, en Tegucigalpa, Puerto Lempira, Auka, Río Blanco, La Esperanza y La Ceiba."

"En los días pasados he recibido exhaustiva información de los pueblos indígenas, representantes del Gobierno y organizaciones no gubernamentales."

"Como un avance de este informe, proporcionaré ahora unas observaciones y recomendaciones preliminares, basadas en mis observaciones durante la visita. Estas no reflejan todas las cuestiones que se me presentaron ni todas las iniciativas desarrolladas por el Gobierno de Honduras."

Leer la declaración completa aquí

Ver compilación de cobertura de prensa  aquí

 


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